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  • Writer's pictureRui Marques

Um exercício para estes dias…

Para início de ano vale a pena regressar ao essencial. E se nos fosse pedido que disséssemos, em jeito de declaração ao mundo, uma só coisa, o que diríamos?


Comprei o livro "If I Could Tell You Just One Thing...", de Richard Reed, no aeroporto de Joanesburgo, no regresso da minha missão à África do Sul, em Abril deste ano. Chamou-me a atenção o conceito desenvolvido por Richard Reed e o seu conteúdo não desiludiu. Trata-se de uma coleção de textos elaborados em interação com diferentes personalidades que o autor contactou e que se centram na pergunta “Se pudesse dizer uma só coisa, o que diria?”. Isso remete-nos para o que consideramos vital, o que nos parece mais importante, depois de descartar todo o acessório.


“É o segredo da arte e é o segredo da vida: quanto mais tempo passamos a imaginar como é ser outra pessoa, mais desenvolvemos empatia pelos outros, bem como mais fácil é conhecermo-nos a nós próprios e sermos nós próprios.” Stephen Fry, Ator
A qualidade da sua vida, em última análise, depende da qualidade das suas relações. Não das suas conquistas, nem da sua inteligência ou da sua riqueza, mas da qualidade de relações baseadas no seu sentido de decência, na sua capacidade de pensar nos outros e na sua generosidade.” Esther Perel, Psicoterapeuta
“Viver é fazer a coisa certa, num dia dificil, quanto ninguém está a ver.” Lucy Giles, Militar

Neste inicio de ano, proponho-lhe um exercício. Pare, sente-se num local confortável, com uma vista inspiradora. Se o ajudar, junte música ao ambiente. E pense: se eu pudesse dizer uma só coisa, o que diria? O que já me ensinou a vida para entender o essencial?


Depois, se lhe for confortável, convide alguém particularmente significativo para si e conte-lhe esta reflexão. Temos a capacidade de nos inspirarmos uns aos outros e não devemos abdicar dela.


Portanto, se pudesse dizer uma só coisa, o que diria?

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