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  • Writer's pictureRui Marques

Teoria da esperança

Com a proposta que vos trazemos este mês de uma esperança ativa, importa ter algumas pistas concretas de como o fazer. Pode haver uma teoria aplicada do esperançar? Sim, pode.


O Prof. Rick Synder, desenvolveu o que chamou uma “Teoria da Esperança” que tem aplicação prática e potencialmente útil. Começa por sugerir que devemos ter em atenção três dimensões, nomeadamente, os objetivos, os percursos e a capacidade de iniciativa.

A capacidade de desenvolver vários caminhos para chegar ao objetivo, não se deixando abater pelos obstáculos, parece ser um traço em comum às pessoas esperançosas. Por outro lado, estas evidenciam elevada capacidade de iniciativa, não ficando paralisadas perante desafios concretos que enfrentam.


No que respeita aos objetivos, sugere que se deve clarificar o que queremos trabalhar, tornando-o específico, mensurável e com um prazo definido para o alcançar. Depois, importa definir o caminho para alcançar esse objetivo, clarificando as opções a tomar, nas quais estão sempre presentes não só um plano A, mas também o B, o C e o D.


Uma outra dimensão a considerar é a capacidade de antecipar obstáculos internos e externos e definir que ações podemos desenvolver para os vencer. Assim, esperançar pode ser mais se soubermos como ativar o melhor de nós, de forma inteligente, para não ficarmos à espera que a solução caia do céu.




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